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| FOLHA DE CONTROLE | |
| TIPO: | Procedimento |
| ITEM DA NORMA: | 4.4.6 |
| CÓDIGO: | MSG-SGA 1.0023 |
| REVISÃO: | 05 |
| DATA DE ELABORAÇÃO: | 01/09/2009 |
| DATA DE APROVAÇÃO: | 30/09/2009 |
| ELABORADOR: | Walcemir Souza Cunha |
| ANALISTA CRÍTICO: | Filipe Dvorsak (CAPT) e Aníbal Martins (EEMS) |
| APROVADOR: | Eng. Marcos da Silva Drago |
| DISTRIBUIÇÃO IMPRESSA CONTROLADA: | Sala da Equipe da Gestão Ambiental Sala da Gerencia Regional |
| DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA PARA LEITURA: | \\elncapsrv08/ISO 14.001-2004/ 4.4.4 Documentos/MSG -SGA 1.0023 |
| JUSTIFICATIVAS DE REVISÃO | |
| Revisão 00 Aprovada em 20/11/2004: Emissão inicial dos procedimentos para a melhoria do Sistema da Gestão Ambiental. Revisão 01 Aprovada em 18/01/2005: Controle de revisão e inclusão do escopo do SGA Revisão 02 Aprovada em 19/08/2005: Inclusão de organograma Revisão 03 Aprovada em 17/02/2006: Adequação da versão 2004 da NBR ISO 14.001. Revisão 04 aprovada em 25/05/2007: Mudança da logomarca BVQi, exclusão dos símbolos de acreditação e mudança da cor do papel. Revisão 05 aprovada em 30/09/2009: Exclusão da logomarca da BVQi, mudança na logomarca SGA, na folha de controle, inclusão da folha de aprovação e na distribuição de cópia física. |
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Sumário
Gerente da Regional de Produção do Amapá – CAP

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Fundação:
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20 de Junho de 1973
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Patrimônio Líquido (2008):
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R$ 6,2 bilhões
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Faturamento Anual (2008):
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R$ 4,6 bilhões
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População Atendida:
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40 Milhões de Habitantes (22% da População Brasileira)
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Atuação:
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Amazônia Legal
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Número de Funcionários (2008):
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3.725
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Características:
• Área: 142.815 km2
• População: 645.587 hab
• Densidade Demográfica: 4,52 hab/km2
•Principal Cliente: CEA
• Localidades atendidas: 13 Municípios
• População Beneficiadas: 452.050 hab
Características:
• Área: 142.815 km2
• População: 645.587 hab
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Nome: |
Regional de Produção do Amapá – CAP |
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Patrimônio Líquido (2008): |
R$ 254.163.263,00 |
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Receita Prevista (2009): |
R$ 84.000.000,00 |
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Número de Empregados (2009): |
210 Colaboradores |

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O sistema elétrico do Amapá é composto pela Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes, pela Usina Termoelétrica de Santana e pelo Sistema de Transmissão que abastece 81% do Estado do Amapá. Esse sistema é considerado isolado por não pertencer ao Sistema de Interligação Nacional.
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Um decreto assinado em 02 de marco de 1956, pelo presidente Juscelino Kubistcheck de número 2.740, autorizou o Governo do Território a organizar a Companhia de Eletricidade do Amapá – CEA, sociedade de economia mista destinada a construir e explorar sistemas de produção, transmissão e distribuição de energia elétrica e serviços correlatos, bem como promover tudo o que fosse necessário para a expansão do mercado de energia elétrica no Território, de forma a estimular a criação de um parque industrial, porém seu objetivo principal seria a construção da Usina Hidroelétrica Coaracy Nunes nos termos do decreto número 35.701 de 23 de junho de 1954. No projeto frisava-se que a construção da obra pouco afetaria o orçamento do Governo Federal, pois 84% do capital gasto na construção viria do arrendamento das jazidas de manganês existentes no então Território do Amapá.
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Estudos para a construção da UHE Coaracy Nunes datam desde a década de 1940. Sob a coordenação de concessionária local de energia, a Companhia de Eletricidade do Amapá – CEA, tinha-se como limite a geração de um quantitativo energético suficiente para atender o então Território Federal do Amapá.
A UHE Coaracy Nunes, está localizada no Estado do Amapá, no Município de Ferreira Gomes. Sua construção foi iniciada na década de 60, pelo Governo Federal e repassada para a Eletronorte em 1974 para conclusão de suas obras. Em novembro de 1975 a usina entrou em operação com a capacidade de 40 MW e destinava 50% da energia produzida ao consumo do parque industrial do Amapá, caracterizado por empresas mineradoras, particularmente de manganês, na região da Serra do Navio, tendo a ICOMI, desde 1953 na área, como a principal consumidora. Atualmente teve sua capacidade ampliada para 78 MW.
A UHE Coaracy Nunes, implantada a jusante da cachoeira do Paredão, no rio Araguari, a cerca de 15 km a montante da cidade de Ferreira Gomes, no Amapá, foi construída com uma potência instalada de 40 MW. Hoje, com a implantação da unidade 03, com a potência de 30 MW e a recapacitação das unidades 01 e 02, a oferta está em 78 MW, representando uma economia de 42 milhões de reais por ano, com a redução no consumo de derivados de petróleo utilizados nas usinas termelétricas.
O projeto de recapacitação das Unidades Geradoras Hidráulicas 01 e 02 da Usina Hidroelétrica Coaracy Nunes, é o primeiro a ser desenvolvido na Eletronorte e, as duas Unidades Geradoras em referência, foram as primeiras contempladas devido e serem máquinas antigas (projetadas em 1968). No processo de recapacitação estas Unidades Geradoras tiveram as seguintes alterações principais: 1. substituição da antiga turbina por outra construída com técnicas modernas, e portanto com melhor perfil mecânico; 2. substituição do isolamento dos pólos do rotor (de classe B para classe F); 3. modificação na distribuição de fluído hidráulico dentro da caixa espiral; 4. substituição do antigo sistema de lubrificação das partes mecânicas pesadas (de lubrificação com graxa para autolubrificante); 5. aumento da capacidade do sistema de refrigeração do gerador; 6. substituição do sistema de excitação (de Eletromecânico para Digital Microprocessado).
Com estas melhorias a Unidade Geradora nº 01 e 02 obteve um ganho na sua potência elétrica saindo então dos 40 MW anteriores, para a nova potência contratual de 48 MW.
O sistema não compõe os dois grandes sistemas elétricos interligados brasileiros, sendo sua área de influência restrita ao próprio Estado.
Do ponto de vista sócio econômico, estudos realizados pela ELETRONORTE indicaram que a agricultura é a atividade mais importante do entorno na área de influencia do reservatório. O maior esforço é concentrado ao cultivo de subsistência, como da mandioca, milho, banana, coco e cupuaçu. O garimpo também compõe o quadro, atraindo um grande contingente de mão de obra da região.
Outra atividade na região está ligada ao projeto florestal para produção de madeira com fins industriais de extração de celulose e aproveitamento dos resíduos para geração própria de energia.
Apesar da abundância de peixes, a pesca só é expressiva a montante da região de Porto Grande, tanto no rio Araguari como nos seus afluentes principais, estando condicionada, como de resto a região Amazônica, pela estação das chuvas.
Na região está localizada a Floresta Nacional do Amapá, criada pelo Decreto nº 97.630 de 10/04/89, com área estimada em 412.000 ha, delimitada pelos rios Falsino e Araguari.
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Localização
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Rio Araguari, Estado do Amapá, cerca de 120 km em linha reta de Macapá. Latitude: N 00º54'11.8" e Longitude: 051º15'35.5" W
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Perímetro
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33 km
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Dados Hidrológicos
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Área do Reservatório
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23,5 km2
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Vazão máxima registrada
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4.064m3/s
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Vazão mínima registrada
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41 m3/s
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Vazão média
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976m3/s
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Volume Total
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138 Hm3
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Reservatório
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NA máximo normal
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120m
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NA mínimo operacional
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113m
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Área inundada no NA máx normal
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23,1km2
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O Sistema Elétrico do Amapá compreende 9 subestações em níveis de tensão de 138, 69 e 13,8 quilovolts. A subestação Central está situada na Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes eleva a tensão de 13,2 quilovolts das unidades geradoras para 138 quilovolts fazendo com a energia chegue as Subestações de Santana e Tartarugalzinho, onde a tensão é rebaixada para 69 e 13,8 quilovolts; as Subestações de Santana e Portuária que atende o município de Santana e Ilha de Santana; as subestações Santa Rita, Macapá II e Equatorial que fazem o suprimento de energia da capital do estado; além das Subestações de Tartarugalzinho, Amapá e Calçoene que atendem os respectivos municípios.

O Sistema de Gestão Ambiental abrange o conjunto de processos e atividades relacionadas à Regional (CAP), Divisão de Geração Hidráulica (CAPH), Geração Térmica de Energia Elétrica (CAPG), Divisão de Transmissão (CAPT), Divisão de Engenharia e Qualidade (CAPQ), Divisão Administrativa (CAPM) e Divisão de Operação (CAPO).
O escopo doc Sistema da Gestão Ambiental compreende o conjunto de processos e atividades relacionadas a Geração Termoelétrica de Energia Elétria (CAPG), Geração Hidráulica de Energia Elétrica (CAPH), Subestações de Santana, Subestação Central, Linha de Transmissão Coaracy Nunes – Santana, circuitos 1 e 2.
A parte do sistema da gestão global da CAP que inclui estrutura organizacional, atividades de planejamento, responsabilidades, práticas, procedimentos, processos e recursos para desenvolver, implementar, atingir, analisar criticamente e manter a política ambiental, assim como gerenciar seus aspectos ambientais.
Circunvizinhança em que as unidades da CAP operam, incluindo ar, água, solo, recursos naturais, flora, fauna, seres humanos e suas inter-relações.
Elemento das atividades ou dos produtos ou dos serviços realizados nas unidades da CAP que podem interagir com o meio ambiente.
Qualquer modificação do meio ambiente, adversa ou benéfica, que resulte, no todo ou em parte, das atividades ou produtos ou serviços de CAP.
Equipe formada pelo Gerente Regional, Gerentes das Divisões e pela Equipe do Sistema da Gestão Ambiental.
Equipe formada pelo Gerente Regional e Gerentes das Divisões.
AA – Alta Administração
CAP – Regional de Produção do Amapá
CAPH – Divisão de Geração Hidráulica
CAPG – Divisão de Geração Térmica
CAPT – Divisão de Transmissão
EEM – Superintendência de Meio Ambiente
RA – Representante da Administração
Os aspectos e respectivos impactos ambientais reais e potenciais são identificados e caracterizados para situações normais e de perigo.
Os impactos ambientais são avaliados quanto à sua significância, considerando-se sua severidade, freqüência, demandas de partes interessadas e importância ambiental.
Os aspectos ambientais relacionados a impactos significativos têm estabelecido sobre si procedimentos de gestão e controle, o que pode incluir rotinas operacionais, monitoramentos, sistemas de controle ambiental, ações de prevenção, objetivos, metas e programas.
As informações pertinentes a aspectos e impactos ambientais são mantidas atualizadas, conforme estabelecido em procedimento específico.
Os impactos ambientais relacionados ao barramento do rio Araguari, formação do reservatório, incluindo sua operação, são identificados e avaliados através de estudos técnicos específicos e tem seu gerenciamento definido através de ações mitigadoras, de compensação e programas de ações ambientais.
Os aspectos ambientais significativos são considerados na definição dos objetivos, metas e programas.
A CAP mantém sistemática para a identificação e acesso à legislação aplicável a suas atividades ou serviços e outros requisitos subscritos pelas instalações de geração e transmissão de energia elétrica.
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DOCUMENTO
APLICÁVEL:
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DESCRIÇÃO
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PR–SGA–1.0004
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Procedimento de Identificação e Acesso a Requisitos Legais e Outros
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São estabelecidos e documentados os objetivos, metas e programas de gestão ambiental em cada nível e funções pertinentes a cada instalação da CAP para o atendimento da sua Política Ambiental.


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â |
Responsabilidade principal pela implementação do Requisito |
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v |
Co-responsabilidade no atendimento do requisito |
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Conhecimento |
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DOCUMENTO
APLICÁVEL:
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DESCRIÇÃO
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PR–SGA–1.0006
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Procedimento de Competência, Treinamento e Conscientização.
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DOCUMENTO
APLICAVEL:
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DESCRIÇÃO
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PR– SGA–1.0005
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Procedimento de Comunicação Interna e Externa
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